Desde já, o matching nada mais é do que uma combinação ou composição, seja de tamanho, formatos ou cores. Inclusive, é um dos fatores de valor da pérola — o único que não se trata de uma característica inerente à pérola.
De forma bem simples, o matching combina, por exemplo, em um colar, as pérolas que são mais correspondentes em todas as características. Ou seja, todos os fatores de valor são considerados: o tamanho da pérola, o brilho, o formato, a cor, a superfície e a qualidade do nácar. Essa correspondência entre fatores é essencial para que as joias, especialmente pulseiras, colares e pares de brincos, sejam o mais equivalentes possível.
Entenda como as pérolas são classificadas.


Composição de tamanhos, cores e formas
Além da minuciosa e detalhada seleção de pérolas, também é comum que os designers misturem intencionalmente cores, tamanhos e formatos de pérolas. Sempre com a finalidade de criar designs e efeitos únicos. Mesmo assim, em pares de brincos, por exemplo, as pérolas devem combinar em todos os fatores.

Em casos onde características como formato e cor são propositalmente misturados, outros fatores são levados em consideração. Pois, mesmo com o objetivo de conseguir um design diferente, a qualidade das pérolas deve ser mantida. Logo, pode-se analisar se o tom, posicionamento e saturação de cada uma das cores são correspondentes.
Pode até parecer fácil e aleatório, mas produzir uma joia com pérolas perfeitamente correspondentes é muito difícil. Especialmente quando lembramos que nenhuma pérola é perfeita e que todas têm pequenas diferenças — mesmo a de maior qualidade.
Enfim, embora o matching seja o único fator de valor não inerente às pérolas, ele pode influenciar significativamente na beleza e no valor final da joia com pérola. Por isso, a Julio Okubo — joalheria referência em pérolas desde 1965 — dedica-se a produzir as melhores joias com pérolas, sempre levando em conta sua alta qualidade.
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